Um sonoro OBRIGADO aos nossos grandes parceiros que apoiam o carnaval de rua e que entendem a força do que estamos movimentando. Não a toa, o carnaval começou com 40 e hoje temos 10 mil foliões curtindo com a gente! Graças a pessoas como vocês, que acreditam no retorno dessa tradição. RELAXA, MARIA PADILHA. VAI TER SAMBA NA SOFIA.
Mais um flyer criado pelo nosso amigo, o artista e designer Fernando Volken.

To aqui contando as horas para esse grandioso evento!!! Escutei ontem na Gaucha a entrevista com o Prof. Rui… muito show!!! Todos os caminhos levam a Sofia Veleso!!!! Abraço a todos!!!!!
FEITOOOOOOOOO é amanhããããã !!!! Contagem regressiva agoraa!!! Todos os caminhos levam a Sofia Veleso!!!! Abraço a todos!!!!!
Sou moradora da Sofia Veloso há 18 anos. Nunca me perguntaram o que eu acho do Carnaval de rua aqui. Por que tenho de ser penalizada perdendo o direito de ir e vir? Por que tenho de conviver alegremente com o lixo gerado pelo evento promovido pelos Senhores no dia seguinte enquanto os Senhores repousam lindamente em um ambiente presumo limpo? Pela forma como vem se desenrolando este evento, esta dita “manifestação cultural” inclui sim crenças, arte e costumes, mas aqueles que primam pela arbitrariedade, pela ausência de noção de sustentabilidade e, pior ainda, pela auto-promoção irresponsável. É deprimente observar um discurso de cultura e alegria que na verdade endossa noções de degradação do ambiente e das relações.
Mônica Latorre
Galeraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa,
foi demois… como sempre!!
Beijos!!
Também considero que este “evento” vem sendo realizado em local e horário completamente inadequados. Para quem mora próximo e não quer participar resta a opção de arranjar um outro lugar para ficar que não a própria casa, caso contrário será obrigado a aturar o barulho desde a tarde até o início da madrugada. Na edição deste ano foi até cômico (para quem não é morador) ouvir o cara em cima do carro de som reclamando, já depois da meia-noite, porque a BM estava impedindo a passagem. Será que não se deu conta que estava em meio a vários prédios residenciais? A culpa deve ser nossa mesmo (dos moradores), que não nos mobilizamos para exigir nossos direitos. Infelizmente tenho pouco tempo para isso, pois tenho que trabalhar. E pensar que parte deste esforço ainda é usado para pagar IPTU. Aliás, este é um dos raros momentos do ano em que a prefeitura lembra que (ainda) tem gente que mora aqui…
Olá, Fábio! Concordo com teu comentário sobre nossa falta de mobilização. E, caso julgues pertinente, sou parceira para qualquer movimento mais crítico. Sabe o que é impressionante? A rua ainda hoje, 05 dias após o evento, tem resquícios da dita festa. Mas parece que apenas eu percebo isto… Organizadores, prefeitura só se colocam em evidência às vésperas e no evento! No meu entendimento, isto não tem nada de promoção de cultura, mas sim de imagem! A propósito, uma interlocução com o Bloco Maria do Bairro seria providencial, não? Isto não é um dos preceitos de um blog? Interação?
Mônica Latorre (mnlatorre@gmail.com)
Nao encontrei o horario em que acontece e se é aberto para o publico ou se é fechado para quem eh do bloco. Gostaria da resposta neste comentario que voltarei para ler.
Caros Fabio e Monica,
Agradecemos o retorno, natural que em uma grande mobilização encontremos satisfeitos e insatisfeitos, faz parte da democracia.
Mas também, Mônica, nos fez muito feliz receber um número imenso de mensagens positivas vindas de vizinhos e moradores, felizmente elas superam os problemas. É fantástico ver a alegria dos nossos vizinhos da casa Gerion, organizando o Bloco da Melhor Idade sentindo-se incluídos, assim como é lindo ver a luz nos olhos de cada criança que sai do seu prédio fantasiada para brincar. Sempre fazemos questão de envolver e comunicar toda a vizinhança sobre data de realização do carnaval e convidamos a todos, colocando inclusive nosso contato, para que seja possível essa troca. Nunca recebemos nenhuma manifestação anterior ao evento.
Consideraremos as suas colocações e estamos a disposição.
Olá!
Em primeiro lugar, obrigada pela resposta, sinal de abertura à conversação. Concordo que a vida na coletividade implica divergências, mas negar ou negligenciar atitudes claramente questionáveis em nada corrobora com uma efetiva democracia. Solicito, então, dados de contato para, em fórum adequado, formalizar minhas manifestações.
Obrigada desde já,
Atenciosamente,
Mônica Latorre
Bom dia
A respeito dos comentarios, aceitamos suas críticas e reclamações porém
não posso deixar de sublinhar que o carnaval é o maior evento popular
brasileiro e cada vez mais se fortalece em Porto Alegre o carnval de
bairro, o carnaval que resgata as marchinhas, onde crianças, adultos e
idosos brincam e se divertem em um dia que para muitos é um dia de alegria e de esquecer a aspereza do ano que vem pela frente.
O carnaval do Bloco Maria do Bairro completou 05 anos de existência e
acumula além de milhares de foliões, o apoio da Prefeitura Municipal de
Porto Alegre, Secretaria Municipal da Cultura, Eptc, Brigada Militar, Dmlu
e Associação dos Moradores da Cidade Baixa.
Em cinco edições, jamais tivemos qualquer briga, roubo, entre tantos males
que a própria Cidade Baixa comporta.
O que podemos dizer da sujeira nas ruas durante 365 dias do ano?
O que podemos fazer para acabar com os assaltos, roubos de carro, furtos
no comércio da Cidade Baixa nos 365 dias do ano?
O que podemos fazer para coibir a alta concentração de torcedores da dupla
grenal que ‘invadem’ os bares e ruas da Cidade Baixa e muitos ainda partem para a violência chutando carros, quebrando garrafas, brigando com torcedores rivais?
Nosso evento ao contrario é um momento de celebração entre as pessoas.
Você tem todo o direito a criticar e aceitamos isso democraticamente. Peço
que reflitam um pouco sobre o que escrevi acima, afinal de contas, nosso
carnaval consome apenas 07 horas, durante 01 dia somente dos 365…
Estamos disponíveis para qualquer esclarecimento. Desde já agradecemos seu contato.
Att,
Rafael Tombini
Na minha opinião o evento mudou desde a sua criação, o que explica o surgimento de manifestações contrárias ao que vocês gostariam de receber. Sobre “fazer questão” de comunicar toda a vizinhança sobre a data do evento, posso dizer que seja lá a forma como isso venha sendo feito, ainda não está funcionando. E mesmo que estivesse, em que ajudaria? A não ser que estejam pressupondo que as pessoas sejam avisadas antes para que procurem outro lugar para ficar (que não as suas próprias casas) na noite da realização do evento, caso não queiram participar. Acho que isto não é solução, não é mesmo? Além do pequeno detalhe de ser um enorme desrespeito.
Olá Fabio, desculpe usar seu espaço de resposta para responder ao Rafael, mas não posso deixar de dizer algo, assim como ele fez, e já que não há como dar resposta a diretamente a opinião dele e ele dirigiu-se a você.
Bem, o Sr. Rafael disse: ” – O carnaval do Bloco Maria do Bairro completou 05 anos de existência e acumula além de milhares de foliões, o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Secretaria Municipal da Cultura, Eptc, Brigada Militar, Dmlu e Associação dos Moradores da Cidade Baixa.”
Orá, creio que o Sr. Rafael esteja equivocado, ou tenha dificuldades em contar, pois eu presenciei o carnaval deste anos, e sinceramente, dizer que milhares de pessoas prestigiam esse evento, só se for através das manchetes publicadas nos jornais, relatando a perturbação que os moradores do bairro estão enfrentando, como se já não bastassem os problemas gerados pelos bares existentes no mesmo bairro, agora além dos problemas noturnos, temos este diurno. Em relação ao numero de pessoas presentes no local, avalio por alto que no máximo uma 200 pessoas se faziam presente no evento.
Segundo, faço parte da Associação dos Moradores da Cidade Baixa e embora não tenhamos nos manifestados até o momento contrários a esse evento, de forma alguma autorizamos ou seguer confirmamos em algum momento que somos a favor de tal evento. Levarei a conhecimento do Grupo de Trabalho essa afirmativa do Sr. Rafael para sabermos com que propriedade ele apresenta essa informação como correta.
O Sr. Rafael também alegou que ” – O que podemos fazer para coibir a alta concentração de torcedores da dupla grenal que ‘invadem’ os bares e ruas da Cidade Baixa e muitos ainda partem para a violência chutando carros, quebrando garrafas, brigando com torcedores rivais?” Onde informo a ele que nos ultimos grenais e jogos com probabilidade de tulmultos, tem havido o deslocamento de um gande contigem de policias a este bairro de forma a coibir os trantornos causados, e que não há como impdir individualmente cada pessoas de se dirigirem ao bar que quiserem, então o negócio é conter os mais temperamentais com a presença da Brigada. Contudo o caso do bloco de carnaval, pode ser facilmente resolvido, movendo o mesmo para outro local para eu não perturbe, mesmo que por um dia, por 7 horas um contigente significativos de moradores,
Talvez realizar o carnaval do bloco a cada ano numa rua diferente, seja a melhor solução.
Olá, Rafael,
Obrigada pelo retorno, mas que tal me informar um contato efetivo do bloco Maria do Bairro ao invés de tergiversar?
Atenciosamente,
Mônica Latorre
Bom, gostaria muito de ter participado. Não fui por falta de informação.
Mas gostaria de saber se realmente esse dia foi apenas um aquece e terá outro durante o carnaval. Pois me falaram que haveria.
Aguardo Resposta
(quero uma camisa!)
Caro Rafael
Não era necessário explicar a importância do carnaval como manifestação cultural do povo brasileiro. Nem ressaltar os problemas que acontecem no nosso bairro, pois convivemos com eles diariamente há um bom tempo (moramos aqui, lembra?). Inclusive muitos destes problemas são decorrência da inoperância e incompetência de órgãos do poder público, alguns inclusive citados como “apoiadores” do evento carnaval de rua.
Considero também que nem mesmo todas as qualidades que o evento esteja apresentando para quem gosta de carnaval amenizam o problema que citei na minha manifestação inicial: o uso de equipamentos de som incompatíveis para o espaço no qual é realizado, perturbando os moradores da região. Por fim, pode acreditar que 7 horas é MUITO tempo considerando este contexto, principalmente se estas horas avançam pela noite e madrugada.
A minha pergunta é simples creio, o porque de realizar esse evento em uma pequena rua, no meio de uma amontoado de edificios, propiciando toda o revés de confusões com moradores, vendedores ambulantes, trânsito interrompido, etc, etc, etc… Enquanto há o Lago da Epatur, um espaço amplo que pouco é utilizado, permanecendo ocioso, e sem trafego de veículo ou moradores ao redor ????
Dia 26 é domingo….